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A saga do padre brasileiro que inventou o rádio

  Padre Roberto Landell de Moura foi um visionário que com fé e conhecimento deu grande colaboração para a sociedade. Um homem solitário no alto de uma colina, em uma São Paulo que despertava para a modernidade. O ano é 1899. A data: 16 de julho. Uma multidão observa, entre o ceticismo e o pavor. O padre do Colégio Santana, na zona norte, empunha um estranho aparato tecnológico. Do outro lado, na Ponte das Bandeiras, a quatro quilômetros de distância, testemunhas aguardam. O homem de batina respira fundo e pronuncia as palavras que deveriam ter mudado os rumos da ciência mundial: “Toquem o Hino Nacional!”.   O som viaja pelo ar, sem fios. O impossível se materializa. Pela primeira vez na história, a voz humana é transmitida por ondas de rádio. Mas, em vez de glória, o pioneiro colhe o espanto. Para muitos, aquilo não era ciência. Era bruxaria. Esta é a saga de Padre Roberto Landell de Moura, um brasileiro obstinado cujo brilhantismo foi sufocado pelo obscurantismo. ...
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O vazio que você sente nunca foi sobre o outro, sempre foi sobre você.

  Há um silêncio que habita certos dias. Não o silêncio que se escolhe, mas aquele que se instala quando as palavras do outro se apagam e o espaço entre dois corpos se torna maior do que qualquer distância física. É o vazio. É a solidão. E, paradoxalmente, é também o lugar onde a esperança aprende a respirar.  Costumamos temer esses estados como se fossem falhas, como se o ser humano tivesse sido desenhado apenas para o preenchimento constante.  Esquecemos, porém, uma verdade antiga e simples: sem a solidão, talvez nunca reconheceríamos o amor. É no contraste que a luz se revela. É na ausência que a presença ganha peso.  Quando tudo está garantido, o amor se confunde com hábito, com rotina, com expectativa cumprida. Só quando o chão treme e o outro se afasta — ou simplesmente se cala — é que o coração, desnudo, percebe o que realmente importa. A solidão não é o contrário do amor; é, muitas vezes, a condição que o torna visível. Sofremos pela história ...

Qual é a diferença entre a Ascensão de Jesus e a Assunção de Maria?

Ascensão ou Assunção de Maria? O calendário litúrgico da Igreja Católica apresenta duas celebrações de nomes parecidos e significados análogos: a Ascensão de Jesus, que celebramos 40 dias após a Páscoa, e a Assunção de Maria, que celebramos em 15 de Agosto. Esta é uma questão que muitos católicos podem confundir julgando que são iguais, quando são essencialmente diferentes. Ascensão de Jesus A Ascensão do Senhor é uma festa móvel que se comemora quarenta dias após a Páscoa. Após passar 40 dias a conviver com os seus discípulos depois da ressurreição, Jesus “ascende” à Cidade Santa, na presença deles. A Ascensão é do Senhor, refere-se exclusivamente a Jesus Cristo, pois significa “subida”. Ele ascendeu ao Céu, subiu ao Céu, por Si mesmo, pelo Seu próprio poder como Deus. Assunção de Nossa Senhora A palavra “assunção” quer dizer que Maria “foi assunta”, “foi tomada”, “foi levada” pelos anjos. Ela também foi levada ao Céu, mas nã...

Estudos do Catecismo

A Primeira Parte: A Obra Da Criação.  ( De 01 a 11). 01. A Criação  Tal como nos é relatado no Livro do Gênesis, Deus criou o homem a sua imagem e semelhança (ver Gn 1,27) para que fosse feliz na terra, louvando a Deus e dominando a natureza, da qual foi feito Senhor (ver Gn 1, 29-30). Deus criou o homem por amor, e tudo o criado era expressão deste amor de Deus pelo homem. Por isso, até antes do pecado, o homem vivia em plena harmonia, reconciliado com Deus, consigo mesmo, com os seres humanos e com toda a criação. O homem vivia, portanto, em estado de felicidade. Por que Deus criou o homem? Por amor, por puro amor.   Como Deus criou o homem? O criou à sua imagem e semelhança. Para que Deus criou o homem? O criou para que o louvasse, fosse feliz, vivesse em harmonia com seus congêneres e dominasse a criação. Deus criou todas as coisas boas? Sim, Deus criou todas as coisas boas em si, porque d'Ele não pode sair nada de mau. Fonte:  ...