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Mostrando postagens de agosto, 2009

o jardim em meio ao Deserto

Quando partimos da perspectiva do relacionamento entre as pessoas, muitas vezes, esbarramos nas limitações e diferenças que nos marcam. Em contrapartida, mesmo com essas dificuldades, continuamos buscando um outro “eu” que nos ensine a viver bem a vida, e como a música, suavizar a nossa existência. A música, a poesia, a arte têm a capacidade de nos levar a um lugar que, muitas vezes, sozinhos, não conseguimos chegar: à reflexão, muito bonita, de quem somos e a qualidade daquilo que fazemos. E amizade transcende tudo isso, pois nos leva ao jardim secreto, para além dessa reflexão. O amigo nos toma pela mão, supera as diferenças, acolhe os nossos limites e ensina-nos a enxergar aquilo que temos de mais bonito: O nosso Jardim Secreto . Para ser bem sincero, as marcas que a própria vida faz em nós, muitas vezes, levam-nos a enxergar o nosso coração como um grande deserto, lugar sem vida. Esse deserto a que me refiro, não é no sentido bíblico (lugar do encontro com D'us), mas sim, um

O Papa critica Modismos com a Palavra de D'us

Castel Gandolfo (Segunda, 24-08-2009, Gaudium Press) "Caros irmãos e irmãs, vejam que a mão já está liberta do gesso, mas ainda assim um pouco ‘apática'! Devo ainda permanecer um pouco na escola da paciência, mas sigamos em frente!", começou o Ângelus deste domingo um sorridente e bem humorado Bento XVI, em seu encontro com os fiéis no pátio interno do Palácio de Castel Gandolfo, o primeiro após a retirada completa do gesso em seu braço direito, colocado após ter fraturado o pulso em uma queda. A reflexão feita antes da recitação da oração mariana foi baseada no Evangelho e focou-se sobre o que o pontífice chamou de "escândalo da fé": "O ensinamento de Jesus parece ‘duro', muito difícil de ser abraçado e posto em prática. Há, assim, os que o rejeitam e abandonam Cristo; há ainda quem procure ‘adaptar' a palavra às modas dos tempos, destituindo-a de sentido e valor", alertou o Papa. Bento XVI pondera que a pergunta-provocação de Cristo aos s

Peregrinação vai reunir padres de todo Brasil em Aparecida

Uma grande peregrinação dos padres à Basílica de Aparecida, em Aparecida (SP), está sendo organizada pela Comissão Nacional de Presbíteros (CNP), para o dia 6 de fevereiro de 2010. A peregrinação fará parte da programação do 13º Encontro Nacional de Presbíteros (ENP), que acontecerá em Itaici, município de Indaiatuba (SP), de 3 a 9 de fevereiro. Na ocasião, a Comissão comemorará os 25 anos de realização do evento. “ A peregrinação será o momento propício de expressão do desejo de unidade, sinal do corpo presbiteral do Brasil, no louvor e ação de graças pelo Ano Sacerdotal e os 25 anos de Encontros Nacionais de Presbíteros ”, disse o presidente da CNP, padre Francisco dos Santos, em carta enviada a todos os padres do Brasil. Segundo padre Francisco, a celebração em Aparecida será o momento de visibilidade dos 25 anos de ENPs e de ação de Graças pelo Ano Sacerdotal. A Missa será presidida pelo presidente da CNBB, Dom Geraldo Lyrio Rocha.

A Doutrina da Santa Igreja Católica

A doutrina católica é constituída pelo conjunto de dogmas e verdades de fé , de ensinamentos , de preceitos e de leis da Santa Igreja. Estruturando-se , pois , sobre o Texto-Sagrado que contém a palavra de Deus e Seus mandamentos , sendo também formada pela sagrada tradição , pelo magistério infalível da Santa Igreja , magistério expresso nos documentos dos concílios universais e nas decisões e pronunciamentos papais , bem como em todo documento que possua aprovação da autoridade eclesiástica. A doutrina católica consiste , pois , dos dogmas de modo geral, da condenação das heresias e da missão de ensinar e de santificar da Igreja , para a salvação das almas e para a maior glória de Deus. Constituem elementos principais da doutrina católica : o Credo Niceno-Constantinoplano (325-381), o governo da Igreja , sua hierarquia , a instituição do papado , o colégio episcopal , seus tribunais , seus concílios , bem como os dogmas da Santissima-Trindade , os dogmas sobre o Cristo , os dogm

A Origem da Experiência do ser Bispo

Vem-se notando na imprensa o hábito lamentável de designar com o título de “bispo” o pastor ou o líder de qualquer agrupamento religioso. Reflitamos: se alguém colocar na porta de seu escritório ou de sua residência uma placa indicativa com seu nome e – sem o ser – acrescentar “médico”, “advogado”, “professor” ou outra profissão, você pode ser processado por falsidade profissional. Igualmente com o termo “bispo”. Daí a necessidade de se ter noção exata do que seja o uso correto do termo. No início da pregação evangélica, os apóstolos de Cristo escolheram colaboradores que, após a sua morte, lhes sucedessem no governo das comunidades nascentes e na pregação da mensagem cristã. Inicialmente eram chamados de “sucessores dos apóstolos”, como nos informa Clemente Romano, no ano 96 da Era Cristã, na bela e conhecida “Carta à Igreja de Corinto”. A missão desses sucessores era responsabilizar-se pelas comunidades que se formaram ao redor dos apóstolos, supervisionando a sua vida evangélica.

EXPOSIÇÃO E BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO - MODO CORRETO DE REALIZAR

Convém, antes de tudo, notar que a adoração ao Santíssimo NÃO é um ato litúrgico. Ela pode ser INSERIDA em um ato litúrgico, isso sim. Tanto é verdade que se pode adorar o Santíssimo no tabernáculo, em uma visita eucarística etc. Pois bem, passemos adiante. O Rito da Exposição e Bênção do Santíssimo Sacramento, previsto no Ritual Romano, consta de duas formas: a exposição simples e a exposição solene. Diferem-se porque a simples é feita com o Santíssimo no cibório, enquanto a solene é feita com o Santíssimo no ostensório, e também porque a solene pede pluvial, enquanto a simples não. Na forma solene, o incenso é obrigatório. Na simples, facultativo. Em ambas as formas, segue-se o mesmo esquema: exposição, adoração, bênção, reposição. A exposição simples pode ser feita por um sacerdote, por um diácono, ou, em casos extraordinários, por um leigo. Sendo feita por um leigo, não dá a bênção, terminando o rito com a mera reposição. Já a exposição solene só pode ser feita por sa

A BÍBLIA DISPENSA A TRADIÇÃO ORAL DA IGREJA?

A Tradição oral remonta ao próprio Cristo e aos Apóstolos. Ela é anterior à Escritura e se exprime nela. O ponto em que mais aparece a necessidade de algo anterior à Escritura, é a que se refere ao Cânon Bíblico: Como saber se um livro é ou não inspirado? O próprio protestantismo, que afirma só reconhecer a Escritura, recorre necessariamente à Tradição Oral em 2 ocasiões: Sem a Tradição oral, não se pode definir o catálogo sagrado, pois em nenhuma parte da Escritura está escrito quais os livros que, inspirados por Deus, a devem integrar. É preciso procurar a definição dos livros sagrados fora da Escritura: na Tradição. Ora Lutero e o Protestantismo recorreram a tradição dos judeus da palestina, enquanto a Igreja Católica, seguindo o uso dos Apóstolos, optara pela tradição dos judeus de Alexandria. Na sua maneira de interpretar a Biblia, os protestantes também recorrem a uma tradição. Pois embora o texto biblico seja o mesmo para todas as denominações evangélicas, estas nã